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As consequências de se liderar por meio da cultura do medo e da coação.

Male boss is not satisfied with the working results of his female colleague. He is showing her the door which means that she is fired. Female is expressing stress due to job loss.

O artigo aborda o modo rude com que alguns chefes, ainda lideram suas empresas. Aborda ainda, como reagem os funcionários que trabalham constantemente com medo de perderem seus empregos.

postado 13/07/2017 15:53:46 – 2.893 acessos

Imaginemos um chefe (não vamos chama-lo de líder já que não age como tal), muito enérgico, e por que não dizer, tirano. Seus funcionários (chefes tem funcionários e não colaboradores) morrem de medo quando ele chega de manhã, com cara de poucos amigos. A maioria já sabe que não vai poder se aproximar ou levar questionamentos naquele dia, pois com certeza, serão distratados.

Cientes do perfil desse chefe, o que poderíamos notar, ao visitar a empresa sob seu comando?  Que ela tem uma equipe motivada e produtiva? Que está crescendo cada vez mais, em número de clientes e em competência? Que ela possui colaboradores dispostos a apoiar seu líder em prol do sucesso da empresa?

É bem provável que todas as respostas sejam grandes “NÃOS”.

Infelizmente, empresas lideradas por chefes tiranos realmente existem, apesar de todas as leis que protegem os funcionários do assédio moral.

Nessas empresas o que podemos perceber, são funcionários acuados, trabalhando na base do “cada um por si”, cada um fazendo sua parte e pouco se importando com o problema do outro. Afinal nessas empresas o lema entre os subordinados é o “salve-se quem puder”.

Observando os subordinados desses chefes tiranos, verificamos que a maioria de suas tarefas são realizadas individualmente, mesmo quando o trabalho dependeria de toda uma equipe. A ordem é tentar fazer sua parte com menos erros possíveis, para não ter que sentir a ira de seu superior.

A empatia é algo raro entre os funcionários coagidos pela liderança abusiva, pois como já citado, cada um faz SUA parte, para que NESTA parte não ocorram erros.

Agindo sob coação, os funcionários evitam se intrometer ou até ajudar no problema dos colegas, temendo que o problema passe a ser seu também.

Não existem equipes nessas empresas e sim, um grupo de pessoas cumprindo mecanicamente seus trabalhos, morrendo de medo de perderem seus empregos.

Mas afinal, esses funcionários não percebem que os erros podem estar nos processos e não nas pessoas? Por que ninguém tenta entender o processo em todas as etapas, para assim corrigir os gargalos que atrapalham o serviço como um todo?

A resposta é simples: ninguém quer participar e ter que assumir a responsabilidade pelas falhas. O importante mesmo, é apontar qual parte do processo está errada e dar graças a Deus, se a parte errada não for a sua.

Aliás, na maioria das vezes, são os próprios chefes que semeiam essa cultura individualista, punindo energicamente o responsável pela etapa errada do processo, sem investigar a fundo, as causas do erro. – Para esses chefes, é muito importante culpar alguém, se possível publicamente, pois dessa forma os outros “aprendem” a não errar novamente.

Podemos dizer que nesse tipo de empresa, não existem processos reais e sim partes desconexas e etapas que são juntas ao final do trabalho, sem que ninguém perceba ou queira perceber, o sentido do “todo”.

Dificilmente nessas empresas, alguém se atreve a dar uma sugestão de melhoria, pois teme que a culpa de resultados ruins, recaia em quem sugeriu.

O resultado desse clima hostil, não poderia ser outro: os funcionários não respeitam esses chefes, apenas os temem, o que é bem diferente.

Normalmente, empresas lideradas com base na coação, trocam (ou perdem) clientes na mesma proporção que trocam (ou perdem) funcionários.

A explicação parece bem obvia: Dificilmente o chefe tirano, consegue esconder seu modo rude de seus clientes. E dificilmente também, os funcionários coagidos, conseguem ficar muito tempo no emprego.

Como já citado nesse artigo, infelizmente ainda existem por aí, muitos chefes tiranos e demasiadamente autocráticos, que lideram na base do “quem manda aqui sou eu”. Para eles, eu gostaria de lembrar os significados das palavras Respeito e Medo:

Respeito – Consideração; sentimento que leva alguém a tratar outra pessoa com grande atenção, profunda deferência ou reverência;

Medo – perturbação angustiosa perante um risco ou uma ameaça real ou imaginária.

Torçamos para que depois de lerem os significados de medo e respeito, os chefes destemperados e tiranos, consigam responder sobre o que querem receber de seus subordinados:

– Consideração e Deferência, que faz com que todos trabalhem em prol do sucesso de suas empresas? Ou perturbação angustiosa, que faz com que todos trabalhem apenas por seus salários e aguardem ansiosamente o final do dia, para se “livrarem” desses chefes?

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