DIA DA MULHER: OS DESAFIOS DA MULHER NA VIDA PROFISSIONAL

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Não podemos deixar um dia como esse passar em Branco.  Afinal de contas, vimos as mulheres saindo de suas casas, ocupando as ruas e adentrando no mercado de trabalho.

Esse não foi um processo fácil ou mesmo “orgânico”, por assim dizer.

As mulheres chegaram ao mercado de trabalho por necessidade, junto a revolução industrial e também a segunda guerra mundial a mão de obra feminina (assim como de crianças) se fez necessária e assim elas foram e ocuparam um lugar que nunca mais viriam a deixar.

Hoje, vemos mulheres ocupando cargos de liderança e trilhando as carreiras que bem querem, contudo, a luta ainda não acabou.

É por isso que nesse texto falaremos um pouco sobre o novo paradigma das mulheres frente sua vida profissional.

O PERFIL DA MULHER MODERNA

Mulheres são grandes conciliadoras, direcionam sua atenção e o seu tempo a grande parte dos aspectos da vida. Afinal de contas, quem é que não quer dar mais atenção ao filho uma vez que ele nasce, não é mesmo (seja mãe ou pai).

Mas mesmo isso não é um padrão. Temos uma grande quantidade de mulheres que exercem o seu direito de focar em sua carreira. Deixando de lado (para sempre ou não) aspectos como criar e manter uma família, isso é, ter filhos.

É muito fácil ver esse novo cenário retratado em filmes, assim como o antigo paradigma:

A mulher malabarista que tem que dar atenção a carreira, ao filho, ao marido, a casa, as amigas… E ainda lutar contra comentários maldosos sobre como não tem prioridades em sua vida.

Caso tenha interesse, pode ver o filme “Não sei como ela consegue” – I don’t know how she does it.

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

Afirmar que já nesse ano existe uma igualdade de gênero é algo completamente subversivo.

Primeiramente, nem o próprio Fórum Econômico Mundial afirma que essa igualdade já foi alcançada. Este mesmo órgão somente acredita nesse cenário a partir de 2095.

Dados de 2017 revelados pela Revista Exame demonstram que o Brasil está em 124o lugar em um hanking com 142 países no que diz respeito a igualdade de salários.

Em termos ainda mais práticos mulheres fazem somente 73,7% do salário dos homens segunda uma pesquisa da Pnad.

Não somente, ainda podemos revelar que dentro do ambiente corporativo, são poucas as mulheres que conseguem igualdade perante os homens, sendo um cenário bastante anacrônico para se viver.

O difícil mesmo é chamar a atenção dos CEO (normalmente homens) a criar políticas de diversidade nas empresas. E não somente criar programas avulsos, os mesmos devem ser controlados de perto a fim de garantir a sua efetividade.

É necessário que todos fiquem atentos a um preconceito invisível e que não tem mais espaço na geração atual.

Essa não é somente uma tarefa que visa consertar o modelo atual, mas também uma tarefa de profundo autoconhecimento e (da temida palavra) desconstrução.

 

Fique atento ao nosso blog e aprenda mais não só sobre questões políticas e sociais, mas também sobre segurança do trabalho!

Até a próxima.

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